GENEALOGIA DA UNIÃO SHORIN RYU – RAMO SHINZATO SENSEI SHIN SHU KAN

Pechin Takahara 
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 Sokon Matsumura
↓ 
Anko Itosu
 
↓ 
Chochin Chibana
 Ambun Tokuda      
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Yoshihide Shinzato e Katsuya Miyahira
 

(Mestre Katsuya Miyahira permaneceu em Okinawa como Grão Mestre e Mestre Yoshihide Shinzato veio ao Brasil) 
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Yoshihide Shinzato
 
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Masahiro Shinzato
 

KARATE-DO-NO-KOKORO

             Chibana Sensei
A quatro de seus alunos, Chibana Sensei deixou um documento escrito no formato Shodo chamado Karate-Do-No-Kokoro, contendo os seus 5 preceitos sobre a arte:
- Cortesia;
- Cultivar a mente através do treino físico;
- Dispender sempre o máximo esforço;
- Evitar lutas desnecessárias, artes marciais são para a defesa contra calamidades inesperadas;
- Cavalheirismo acima de tudo.
Todos começam com a palavra Hitotsu, indicando que todos têm a mesma importância.

KARATÊ KYOKUSHINKAIKAN
O fundador do estilo de Karate conhecido mundialmente como Kyokushinkaikan foi um coreano de nome Hyung Yee, que depois mudou para Masutatsu Oyama ou simplesmente Mas Oyama, e nasceu em 1923, em Kinje, na Coréia. Como na maioria das escolas de artes marciais o estilo se confunde com a biografia do seu fundador, podemos afirmar que uma boa parte da personalidade do criador de um estilo marcial fica solidificado na sua criação. Observamos de forma bastante forte nesta linha marcial Karate, denominada de Kyokushinkaikan, os traços do caráter do Mestre Mas Oyama que são acoplados a todo um complexo de conhecimentos marciais e filosóficos que fazem deste estilo um mecanismo de credibilidade e aceitação mundial.

A forma rígida e troncuda de Oyama, bem como seus feitos heróicos, como o ato de luitar com touros de mãos vazias, passando até mesmo pela responsabilidade da morte de um homem ao desferir um soco na testa, chegando aos seus feitos inesquecíveis, de quebramentos e multiplicidades de lutas ganhas por nocaute, o fizeram uma figura ímpar, levando-o juntamente com seu estilo para a história marcial mundial.

Pouco tempo depois da Segunda Guerra Mundial, durante a ocupação do Japão pelos aliados, diversas pessoas em um campeonato de Karate, em Tóquio, tiveram a oportunidade de presenciar uma cena marcante, após uma discussão entre dois homens, um japonês e um coreano: o japonês enfurecido partiu para cima do coreano com um punhal na não, mas rapidamente o coreano se esquivou e desferiu um forte soco em seu rosto que o matou instantaneamente. Este coreano tinha somente 24 anos e com este ato havia assinado seu nome, Mas Oyama, na história da marcialidade mundial.

Desde criança, Mas Oyama era amante e praticamente de artes marciais. Iniciou cedo treinando Chabee, uma luta coreana que mistura Jiu-Jitsu com Kempo. Em 1937, começou a treinar Karate, estilo SHotokan. Ficou neste estilo durante dois anos,mas, insatisfeito, resolveu- matricular-se na Takushuko University, com o objetivo de aprofundar-se no Karate. Treinou durante dois anos no distrito de Meijiro, em Tóquio, onde Gichin Funakoshi ministrava aulas.

Durante o conflito envolvendo o Japão, os Estados Unidos e a Grâ-Bretanha, com somente 18 anos, Oyama entrou para o Exército Imperial e se juntou a Butokukai, uma organização governamental de unificação das diversas artes marciais. Na Oportunidade, tornou-se membro da Kokai, onde se especializou em técnicas de espionagem e guerrilha. Durante esse período, participou de inúmeros treinamentos mentais, que o ajudaram a ter uma doutrinação mental desenvolvida, obtida através de isolamentos para somente praticar o Karate e os princípios espirituais e mensais, que são muito fortes dentro do seu estilo marcial.

A riqueza na vida de Oyama se fez não somente no Karate, mas no trabalho social deixado ao falecer em 26 de abril de 1994, aos 70 anos. Ele escreveu 12 livros, seis em japonês, e impressionou o mundo com uas técnicas de quebramentos. Conseguia quebrar mais de 30 telhas com um único golpe, além de tijolos e pedras, mas o que realmente o deixou famoso foi a luta com touros com as mãos vazias.

O nome Masutatsu Oyama, que significa "elevação da alta montanha" , foi adotado pelo criador do estilo Kyokushinkaikan quando ele passou realmente a se dedicas à prática e divulgação do Karate. Ainda na Coréia, iniciou muito cedo nas artes marciais, porém ainda em sua terra natal, além do Chabee praticou outras modalidades marciais, como o Boxe Shaolin, o Tae-Kyon e o Tae-kwon-pup. Estas duas últimas linhas marciais foram posteriormente combinadas para dar origem ao Taekwondo.

O grande desejo de Oyama, na época que foi para Tóquio, era ser como Otto Von Bismark, um famoso lutador ocidental conhecido como o "Unificador da Alemanha" . Quando chegou em Tóquio, iniciou na prática do Judo no Kodokan, o quartel-general desta arte marcial. Também fez Karate Shotokan e, em 1940, passou a treinar o estil Gojo-ryu. Foi aluno de So Neishu, que também era coreano, de nome original Cho Hyung Ju. O mestre de So Neishu era Gogen Yamaguchi, o Gato , que foi um dos expoentes do Karate Goju-ryu e figura bastante respeitada no meio marcial japonês pelo fato de ser um excelente lutador e um grande estudioso das técnicas de espiritualidade.

So Neishu era bastante ligado à espiritualidade e influenciou Oyama aos estudos dos princípios filosóficos e espirituais chineses e japoneses. Após algum tempo, Oyama passou a treinar diretamente com o Mestre Yamaguchi, ampliando mais ainda sua visão espiritual relacionada ao Karate.

Em 1947, Oyama começou a fazer história no Karate ao vencer o All Japan Karate Championship, em Kyoto, no Kawruyama Gimmasium. Em 1948, após ter passado alguns meses na prisão por ter matado um japonês com um soco, como foi relatado anteriormente, Oyama resolveu se exilar durante 18 meses no Monte Kiyosumi, no distrito de Chiba, para treinar karate e se aprofundar no desenvolvimento espiritual. Paulatinamente foi desenvolvendo um Karate Forte e potente, centrado no contexto espiritual. Finalmente, resolveu realizar feitos marciais inspirados nos antigos mestres de artes marciais de Okinawa, que era a matança de touros com as mãos.

Inicialmente, Oyama foi a diversos matadouros da prefeitura de Chiba para testar sua técnica marcial para matança de touros. Após algumas tentativas sem sucesso, conseguiu matar o primeiro touro. Por fim, em 1950, lutou com um touro em uma arena no Japão, obtendo pleno sucesso.

Mais tarde, tornou-se famoso por enfrentar nos Estados Unidos e no Japão 52 touros, matando 3 e quebrando o cifre de 49. Sua fama ficou tão grande que, em um desses combates com touros foi filmado por uma produtora de nome Shochiku Motion Picture.

Em 1957, a Internacional Karate Organization Kyokushinkaikan, que significa Associação de Extrema Verdade e que foi fundada por Oyama, passou a ser o centro deste estilo em todo o mundo. O termo Kyokushinkaikan significa "a organização ou escola que se aprofunda na verdade ou a organização que via de encontro à essência da verdade"

Atualmente, o estilo de Karate Kyokushinkaikan é reconhecido e respeitado em todo o mundo pela potencialidade marcial e pela organização filosófica e espiritual.
O sistema atual de graduação de faixas

O atual de graduação de faixas coloridas é o mais aceito; Antes
disso, muitos métodos distintos eram usados para marcar os vários
níveis dos praticantes. Alguns sistemas, recorriam a três tipos de
certificados para seus membros:

1-SHODAN- significando que se havia adquirido o status de principiante.

2-TIUDAN- significava a obtenção de um nível médio de prática. Isso
significava que o indivíduo estava seriamente comprometido com sua
aprendizagem, escola e mestre.

3-JODAN- A graduação mais alta.

Significava o ingresso no OKUDEN (escola, sistema e tradição secreta
das artes marciais).

Se o indivíduo permanecia dez anos ou mais junto ao seu mestre ,
demonstrando interesse e dedicação, recebia o Menkio, a licença que
permitia ensinar.

Essa licença podia ter diferentes denominações como: Sensei, Shiran,
Hanshi, Renshi, Kyoshi, dependendo de cada sistema em particular.

A licença definitiva que podia legar e outorgar acima do Menkio, era o
certificado Kaiden, além de habilitado a ensinar, implicava que a
pessoa havia completado integralmente o aprendizado do sistema.

O sistema atual que rege a maioria das artes marciais usando Kyu (classe) e Dan (grau) foi criado por Jigôro Kano, o fundador do Judô Kodokan.

Kano era um educador e conhecia as pessoas, sabendo que são muitos os
que necessitam de estímulos imediatamente depois de haver começado a
praticar artes marciais. A ansiedade desse tipo de praticante não pode
ser saciada por objetivos a longo prazo.

Na classificação de faixas coloridas, KYU significa classe, sendo que
essa classificação é em ordem decrescente.

Na classificação de faixas pretas, DAN significa grau, sendo a primeira 
faixa preta a de 1º Dan, a segunda faixa preta 2º Dan e assim por
diante em ordem crescente até o 10º Dan (homenagem póstuma).

Em um plano simbólico, o branco representa a pureza do principiante, e
o preto se refere aos conhecimentos apurados durante anos de
treinamento.

No Japão, o título mais alto que uma pessoa pode obter nas artes
marciais se denomina HANSHI;

É um alto cargo, cujo significado transcende as habilidades físicas ou
técnicas, significa mestre exemplar.

Porém, nenhum título é mais conhecido que “Sensei”. Mas , o que
significa Sensei ?

Literalmente, SENSEI significa vida prévia. Isto significa em contexto
oriental, que se está ante uma pessoa com conhecimento avançado da arte 
e um nível de conhecimento humano elevado.

Portanto, Sensei não significa somente professor de arte marcial, mas
também pessoa culta, educada e de conduta irrepreensível.

O obi é um cinturão ou faixa que serve para manter o kimono fechado, a
faixa tem um significado simbólico.

Esse aspecto simbólico são as cores.

Tradicionalmente, quando alguém começa a praticar Karatê, recebe a
faixa branca.

Após anos de treinamento, a faixa tende a ficar cada vez mais escura,
assumindo uma coloração marrom.

Se continuar praticando, ela vai se tornando preta.

A faixa preta significa que a pessoa esteve treinando Karatê por muitos anos.

Quando o karateca realmente se dedica ao Karatê, sua faixa, após a
preta, começa a ficar branca novamente, depois de muitos outros anos.
Assim se completa o ciclo.

Branco é a cor da inocência

Indica quem tem a mente e o espírito “vazios”, alguém que é leigo nos
aspectos espirituais do Karatê-dô. Também indica que esse praticante
ainda não conhece bem as técnicas do Karatê.

Marrom, é a cor da terra

É a cor da solidificação.

A faixa marrom indica que o praticante já se tornou competente, mas sua
mente ainda é fértil..

Nesta faixa muitos desistem e param o treinamento, julgando-se aptos o
suficientes e caem na mediocridade, demonstrando a fraqueza que ainda
possuem.

Preto é a fusão de todas as cores

Ela indica quem passou por dificuldades e desafios necessários para
superar os obstáculos encontrados nos primeiros anos de Karatê.

Após tornar-se um Yudansha (faixa preta), é que realmente começa a
jornada de um karateca.

Cada Karateca deveria saber que a faixa preta não é sinônimo de um
prêmio, mas um objetivo e um símbolo da realização de um grande esforço
dentro de um sistema de graduação.

Existem três tipos de faixas pretas:

1) Existe a pessoa que por colaborar na divulgação do Karatê-dô tem o
reconhecimento de seu serviço com um certificado de Faixa preta
Honorário (chamado em japonês de Mey-dan ) .

2) Existe a pessoa que é Karateka e treina regularmente, mas não
possui índice técnico para ser aprovado em exame de faixas oficial, por 
ser muito antigo, e para evitar constrangimentos, pode receber uma
faixa preta em reconhecimento.

Escola(Ryu) Shorin de Karate-do A Escola(ryu) Shorin do Karate-do de
Okinawa é Karate tradicional e ortodoxo descendente do Shuri-te.
Shuri-te era uma arte marcial permitida somente para oficial militar e
samurai da dinastia Ryukyu centralizado ao redor do castelo de Ryukyu e
foi transmitido como segue: Sokon Matsumura (orientador de artes
marciais e diretamente ligado ao Rei) Anko Itosu (secretario da Família
Real) professor Chosin Chibana. Foi denominado Okinawa Karate-Do
Shorin-ryu na época do Professor Chibana e, atualmente foi sucedida
pelo Sensei Katsuya Miyahira. A escola Shorin é um dos estilos mais
antigos que se desenvolveu no intercambio cultural entre a Dinastia de
Ryukyu e as dinastias da China. O “kata” básico da escola Shorin
“Naihanchi” conserva nitidamente as características de Hokuha Sorin
(Shaolin do norte), arte chinesa que objetiva, principalmente, a
ofensiva e defensiva montado a cavalo.
Como as características do Estilo Shorin, temos os seguintes pontos
principais: •  O método de respiração, é com postura natural sem
mostrar “suki” (momento instantâneo de desatenção, desproteção,
descuido, imprudência, precipitação) e/ou “iro”( cor ou fisionomia do
rosto) ao adversário e, é importante dar um movimento rápido com
inteligência. Portanto, não pode alterar a cor do rosto e, a respiração
e inspiração não podem ser percebidas pelo adversário.

•  A aplicação da Força é de dentro pra fora e é importante concentrar a força
instantaneamente. Portanto, apesar de que a linha de “enbu” (movimento
das partes do corpo durante o exercício de arte marcial) seja reta,
para o ataque e a defesa são exigidas agilidade aproveitando o
movimento circular e, eles devem ser reunidos em um só movimento com
rapidez e inteligência. No nosso estilo Shorin, por causa das suas
características, há muito mais pessoas de longa vida, e nas épocas em 
que diziam que a vida do homem é de cinqüenta anos, os mestres
terminavam a vida com mais de oitenta anos. Este fato da convicção de
que nosso estilo é uma arte marcial mais apropriada para saúde também.

Fonte: Internet

Significado de "Karate-do"

Os Kanji's(ideogramas) podem ser lidos de duas maneiras: “kun” (pronuncia chinesa) e “un” (pronuncia japonesa). No inicio o karate era chamado de karate-jutsu (pronuncia japonesa) ou tode-jutsu (pronuncia chinesa) com o significado de técnica (jutsu) da Mão (te) Chinesa (Kara ou to). Quando Karate foi introduzido no Japão (Tóquio) na década de 1920 sofreu algumas modificações devido à rivalidade histórica entre Japão e a China. Existe outro ideograma com a mesma pronuncia “Kara” do Karate, mas com outro significado que não “chinesa”. Este outro ideograma tem origem no termo Sunya ou Sunyata do sânscrito que significa “zero”, “vazio”, e é muito usado na tradição Zen-Budista com esse significado. Vários mestres, querendo introduzir o Karate-do no
Japão, decidiram adotar este outro símbolo e também trocar a expressão “jutsu” (técnica ou arte) por “do” que deriva da palavra chinesa “tao” (via, caminho). Este nome pareceu, então, apropriado já que descreve uma arte de luta sem armas e também duas características importantes do Zen-Budismo: a “mente vazia” (sem preocupações, ódio, inveja ou desejo) e o “caminho”, a “via” que devemos transitar para chegar à iluminação.

Origem da Arte Marcial Chinesa

Todas as teorias coincidem no fato de que no século V um monge Zen-Budista chamado Bodhidharma (chamado Tamo pelos chineses e Daruma pelos japoneses) viajou da Índia à China para ensinar o budismo aos monges chineses no templo de Shao-Lin-Su. A exaustiva prática da meditação revelou a fraqueza física dos monges. Bodhidharma, então, lhes ensinou uma serie de 18 movimentos que lhes permitiria fortalecer
seus corpos e a sua força de vontade. Esses movimentos derivam das artes de combate da Índia e outros países e tiveram sua origem no estudo dos movimentos dos animais. Assim surgiu o que se chamou de “boxe dos monges”. Depois da morte de Bodhidharma, seus discípulos se dispersaram por toda a China. Ao longo do tempo essas séries de movimentos foram estudadas, complementadas e testadas por vários
mestres chineses até se converterem no chamado Kempo Shaolin (chamado também por alguns de “Quan fa” ou “Kung-fu”) e ser difundido por toda a China, a partir do século XIII. Estas Técnicas foram aos poucos sendo passadas da China para outros países asiáticos e influenciaram a suas respectivas artes marciais.
Em Okinawa o Kempo foi misturado com Okinawa-te (arte marcial nativa) originando o nosso Karate-Do.
Fonte: Internet

Os Kata do estilo Shorin-Ryu

Os Kata do estilo Shorin-Ryu começam com os 03 Naihanchi, Shodan, Nidan e Sandan. Os kata Naihanchi se caracterizam pela base NAIHANCHI DACHI (base do cavaleiro), e todos os deslocamentos são para as laterais, ou seja, somente para a direita e para a esquerda. Como os golpes nesses kata não contam com grandes deslocamentos (os golpes são curtos), os NAIHANCHI têm como objetivo o desenvolvimento do KIME, através do treinamento, principalmente, da contração da região sub-abdominal
(TANDEN). Deve-se treinar os Naihanchi até que essas técnicas sejam assimiladas e passem a ser executadas de forma natural. Depois vem a série de Pinhas, são cinco kata.  Esses katas apresentam novas técnicas com deslocamentos para ambos os lados usando golpes de defesa e ataques, o que aumentará a habilidade, força, concentração e posutra do praticante. O praticante também deverá treinar esses kata até que os
movimentos sejam aplicados de forma natural. Essas duas séries juntas, NAIHANCHI e PINHAN, formam os kata básicos do Shorin-Ryu, e devem ser dominados por quem pretende obter a graduação SHODAN (faixa-preta 1º grau).  Os outros kata são considerados avançados e, entre eles, existem vários "tipos" de kata. Cada kata possui um objetivo, e dá ênfase a um determinado tipo de treinamento.

Kumite

Kumite é o combate propriamente dito. No kumite pode-se aplicar, com a ajuda de um colega, as técnicas praticadas anteriormente com o treino de kihon e kata. O kumite pode ser praticado em vários níveis de dificuldade. São eles:
Gohon kumite  Sanbon kumite Ippon kumite
Ju ippon kumite Ju kumite Shiai kumite

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